O Japão apresentou hoje o supercomputador mais rápido do mundo, quase três vezes mais veloz que o concorrente norte-americano.
O novo supercomputador japonês, o mais rápido do planeta, foi desenvolvido pelo instituto público de pesquisas Riken com a maior empresa japonesa de tecnologias de informação e comunicação, o gigante informático Fujitsu.

É 2,8 vezes mais rápido do que o norte-americano Summit, desenvolvido pela IBM e instalado no Laboratório Nacional de Física Nuclear de Oak Ridge, nos Estados Unidos, que também está a trabalhar para procurar uma solução para o novo coronavírus.

Ao fim de quatro anos no primeiro lugar do top 500, o Summit é agora destronado pelo Fugaku, uma vitória que coloca o Japão na linha da frente ao fim de 11 anos.
O Fugako, instalado em Kobe, já está em ação no combate ao coronavírus, estando a fazer simulações de como as gotículas se espalham nos escritórios ou em comboios cheios de passageiros com as janelas abertas.

Quando estiver totalmente operacional no próximo ano, os especialistas esperam que a super máquina também possa ajudar no desenvolvimento de tratamentos eficazes para o vírus SARS-CoV2 que provoca a Covid-19.

Estes supercomputadores são ainda usados pelos governos para simular explosões nucleares, realizar testes com armas virtuais, modelar sistemas climáticos ou pesquisas em biotecnologia.

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