A APCER renovou a certificação da qualidade à ARTVISION no âmbito do Sistema de Gestão de Qualidade NP EN ISO 9001:2015, reconhecendo o esforço da empresa em assegurar a conformidade dos seus serviços, a satisfação dos seus clientes e a melhoria contínua.
Esta certificação mereceu destaque, através de publicação no site da APCER e que poder ser aqui consultada.

O texto de substituição da Proposta de Lei N.º 120/XIII/3.ª foi aprovado pela Assembleia da República, mais de um ano depois de o Regulamento Geral de Proteção de Dados ser de aplicação obrigatória em toda a UE.

O texto de substituição agora aprovado é o documento mais importante dos discutidos em sede de Grupo de Trabalho do RGPD. É o texto que assegura a execução da norma europeia em Portugal, e que reformula a lei orgânica da Comissão Nacional de Proteção de Dados, de forma a não haver ambiguidades na leitura das suas funções.
Das principais alterações ao documento proposto pelo governo, destacam-se a continuação da exceção de coimas para o Estado durante três anos, mas agora apenas com autorização da CNPD.
O montante das coimas que forem aplicadas reverte em 60% para o Estado e em 40% para a CNPD.
A idade mínima para consentimento de tratamento de dados fixa-se no novo documento nos 13 anos, e não nos 16, como antes previsto.
Também a advertência prévia dos agentes em incumprimento, antes de aplicação de sanções, é obrigatória, por parte da CNPD, exceto em caso de dolo.
O enquadramento das sanções também é especial no caso português, distinguindo-se contraordenações muito graves e graves (que já eram uma realidade no documento do governo), uma ideia que não está prevista na norma europeia mas que os deputados resolveram manter.
Uma contraordenação muito grave pode chegar a ser multada em 20 milhões de euros ou em 4% do volume de negócios, no caso das grandes empresas, e 2 milhões no caso das PME, conforme o valor mais elevado. As contraordenações graves são puníveis com multa até 10 milhões de euros ou 2% do volume de negócios, nas PME esse valor é de 1 milhão e mantém-se a proporção de 2%.
Pode consultar aqui o documento final.

Fonte: IT Insight

A Gartner reconhece a evolução da Fujitsu, que passou para o quadrante dos Líderes devido à sua “plenitude da visão e capacidade de execução”.
O Gartner Quadrant for Managed Mobility Services reconheceu o serviço empresarial, baseado na cloud e modular, da Fujitsu, como Líder no mercado de serviços de mobilidade. Antes, a Fujitsu encontrava-se no quadrante dos Visionários.

O serviço em causa é usado para “gerir e proporcionar segurança a dispositivos móveis e apoiar os utilizadores em mobilidade” e “está desenhado para ajudar as empresas a desbloquear o seu potencial de produtividade, implementar as suas estratégias móveis, mobilizar totalmente até as aplicações de negócios sensíveis e abraçar as políticas bring your own device (BYOD)”.

Gestão de identidades, início de sessão único, partilha e sincronização de documentos, serviços na cloud, SaaS, on-premise, de entrega e helpdesk são as ofertas da Fujitsu.

“O portfólio de Managed Mobile Services da Fujitsu está em constante melhoria através das inovações tecnológicas criadas continuamente nos Centros de Excelência da empresa para tecnologias, onde se incluem a Inteligência Artificial e Automatização de Processos Robóticos. Os clientes da Fujitsu tiram partido dos Digital Centers da empresa, que reúnem especialistas do setor e competências tecnológicas da Fujitsu e dos seus parceiros para responder a desafios específicos, utilizando a metodologia Human Design (HXD), uma solução única e com provas dadas da Fujitsu”, refere a empresa em comunicado. Estes serviços estão associados a mais de 1 milhão de dispositivos inteligentes e no último ano o número de dispositivos sob gestão da Fujitsu cresceu 21%.

Martin Smithen, Responsável de Digital Workplace Services EMEIA na Fujitsu, considera que a distinção da Gartner “resulta do esforço em irmos consistentemente ao encontro dos requisitos de mudança dos nossos clientes, e muitas vezes excedendo-os", acreditando que os investimentos em Centros de Excelência para tecnologias de IA e RPA estão "a compensar".

Fonte: IT Insight

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