O update de maio de 2019 do Windows 10 eleva a fasquia no que diz respeito a espaço em disco. Agora, são necessários 32 GB disponíveis.
A Microsoft alterou uma configuração na atualização 1903 do Windows 10 e pretende agora reservar 7 GB de espaço em disco, em permanência, para instalar atualizações. Assim, os requisitos mínimos para este update sobem dos 16 GB e 20 GB necessários para as versões de 32 e 64 bits respetivamente. Agora, ambas as versões do sistema operativo vão requerer 32 GB de espaço em disco, noticia o ArsTechnica.

Caso o sistema do utilizador não tenha 32 GB disponíveis, ficará com a versão 1809 do Windows 10 até ao fim do suporte, que se espera que aconteça a 12 de maio de 2020 para as versões Home, Pro e Pro para Workstations e um ano depois para as versões Enterprise e Education.
Estes novos requisitos não se aplicam ao Windows 10 edição IoT, que tem mínimos mais modestos.

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Fonte: Exame Informática

Instalações vitais na atividade de uma empresa, os armazéns contam agora com aliados tecnológicos que permitem otimizar as operações e recursos disponíveis para fornecer serviços com um máximo de qualidade e um mínimo de custos. A visão de um armazém tradicional onde os trabalhadores moviam caixas de um lado para o outro, carregando e distribuindo paletes em empilhadores pertence cada vez mais ao passado.

Gerir um armazém já não é sinónimo de uma operação rotineira e simples: no ecossistema tecnológico dos armazéns atuais as mercadorias são recebidas, identificadas, classificadas e distribuídas de forma automática. Os sistemas mais avançados podem mesmo automatizar toda a operação dos fornecedores aos clientes.

A automação veio para ficar e está mais presente do que nunca nos novos armazéns inteligentes, melhorando o desempenho e a produtividade, aumentando a eficiência operacional e minimizando os erros e a intervenção humana.

A flexibilidade é uma das características dos sistemas inteligentes, o que permite às empresas do setor oferecer soluções adaptadas às necessidades em constante evolução dos seus clientes.

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As soluções de gestão logística “são fundamentais em organizações de distribuição e transformação”, complementa Rafaela Fonseca, Business Manager da ARTVISION, uma empresa que comercializa e implementa soluções de logística mobile.

Aluguer, mobilidade, e-commerce e IA são tendências do setor

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Outra aposta forte, segundo Rafaela Fonseca, “é o aluguer, quer de software quer de equipamentos, uma vez que a evolução tecnológica em todas as vertentes deixou de justificar investimentos que poderão demorar vários anos a ser amortizados”.

A transformação digital permite que as soluções desenhadas para gestão logística tenham associada “uma espécie de inteligência artificial” que pode ser programada para agilizar processos, eliminar erro e organizar o espaço físico, despoletando com maior celeridade alertas de gestão, algo a que “os gestores estão cada vez mais sensíveis”, destacou, por outro lado, Rafaela Fonseca.

Na maioria das tarefas compensa mais o recurso à tecnologia do que os custos diretos e indiretos com fatores humanos, sublinha a responsável da ARTVISION, perspetivando que, no futuro, haverá lugar a uma massificação da integração das plataformas de gestão com robótica.

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Com um volume de faturação na ordem dos 1,4 milhões de euros, a estratégia de curto prazo da ARTVISION passa por “reforçar o número de clientes que utilizam a solução logística”. Já no médio prazo, “os desafios são tremendos”, diz Rafaela Fonseca. As organizações “cada vez mais movimentam um maior volume de dados e tornam-se mais competitivas” para satisfazer os pedidos dos clientes, sustenta.
Existe ainda “um caminho a percorrer em Portugal, quer ao nível de transformação digital das localizações de armazém quer em termos de possível robótica associada à movimentação de produtos”, comenta a responsável da ARTVISION. Embora exista tecnologia de ponta na gestão de armazéns, a nível mundial, no contexto da realidade económica do tecido empresarial português apenas se aplica “a percentagem mínima de áreas de negócio por causa do custo benefício dos investimentos envolvidos”.

Soluções e novidades para 2019
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ARTVISION
A ARTVISION comercializa e implementa soluções de gestão logística mobile ARTSOFT, que integram as componentes de receção, picking, expedição e inventariação, em APP para Android. Desta forma é possível recorrer a um maior número de equipamentos móveis, salvaguardando as características de comunicação e leitura de diferentes tipos de códigos.
A ARTVISION tem um conjunto de parcerias estratégicas para assegurar ao cliente uma oferta robusta que é a principal exigência em contexto de armazém. A oferta ao nível de equipamentos é complementada com soluções de comunicações CISCO, que são fundamentais na garantia de integração de dados nos sistemas de gestão centralizada.

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Fonte: Logística e Transportes Hoje - Consulte aqui o artigo completo

348 membros do Parlamento Europeu aprovaram a Diretiva dos Direitos de Autor, incluindo os polémicos Artigos 11 e 13, que, na versão final, se tornaram nos Artigos 15 e 17
O Parlamento Europeu aprovou a Diretiva de Direitos de Autor, uma legislação controversa que foi desenhada para atualizar as leis de direitos de autor na União Europeia (UE) para a idade da internet.

348 membros do parlamento votaram a favor e 274 contra, existindo ainda 36 abstenções. Ainda foi levada a votação uma proposta para retirar o Artigo 13, mas foi rejeitada por uma diferença de apenas cinco votos. Assim, a diretiva será passada aos diferentes Estados-Membro da União Europeia, incluindo Portugal, onde se irá transmitir em lei.

Os defensores desta diretiva afirmam que vai equilibrar o campo entre os gigantes da tecnologia, maioritariamente localizados nos Estados Unidos da América, e os criadores de conteúdo europeu, dando aos detentores de direitos autorais mais poder sobre como as grandes plataformas de internet distribuem o seu conteúdo. Por outro lado, os críticos dizem que a lei é vaga e que acabará por restringir a maneira como o conteúdo é partilhado na internet.

Esta legislação foi debatida durante mais de dois anos. Apesar da grande pressão por parte das tecnológicas, detentores de direitos autorais e ativistas, os dois principais artigos permaneceram praticamente intactos.

O Artigo 11, que se tornou em Artigo 15 na última proposta, permite que as publicações cobrem a plataformas como o Google News quando mostram um excerto das notícias.
O Artigo 13, que foi renomeado para Artigo 17 na proposta apresentada, dá a sites como o YouTube mais responsabilidades para impedir que os utilizadores façam o upload de conteúdo com direitos de autor nas suas plataformas.

Através de email, a Google, uma das empresas que mais lutou contra a proposta inicial desta diretiva, afirma que "a Diretiva dos Direitos de Autor foi melhorada, mas vai continuar a gerar incerteza jurídica e ainda afetar as economias criativas e digitais europeias. Os pormenores são importantes e estamos ansiosos por trabalhar com decisores políticos, publishers, criadores e detentores de direitos, à medida que os Estados-Membro da UE se forem movimentando para implementar estas novas regras”.

Fonte: IT Insight

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